Impacto econômico do Airbnb em Salvador supera R$ 2,1 bilhões

Por Airbnb ·

Principais Informações

  • Em 2025, a atividade do Airbnb movimentou mais de R$ 2,1 bilhões na economia de Salvador, um crescimento de quase 13% em relação ao ano anterior.
  • A atividade contribuiu com mais de R$ 1,17 bilhão para o PIB e sustentou quase 13 mil postos de trabalho ao longo do ano.
  • Dados do Airbnb mostram que mais de 95% dos anfitriões que fizeram recomendações aos seus hóspedes em 2025 indicaram lugares no próprio bairro de seus anúncios.

Principais Informações

  • Em 2025, a atividade do Airbnb movimentou mais de R$ 2,1 bilhões na economia de Salvador, um crescimento de quase 13% em relação ao ano anterior.
  • A atividade contribuiu com mais de R$ 1,17 bilhão para o PIB e sustentou quase 13 mil postos de trabalho ao longo do ano.
  • Dados do Airbnb mostram que mais de 95% dos anfitriões que fizeram recomendações aos seus hóspedes em 2025 indicaram lugares no próprio bairro de seus anúncios.

A atividade do Airbnb movimentou mais de R$ 2,1 bilhões na economia de Salvador em 2025, um crescimento de quase 13% em relação ao ano anterior1. Os números são de um estudo realizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e reforçam o peso do turismo na economia da capital baiana.

Conhecida pela cultura afro-brasileira, Carnaval, praias urbanas e patrimônio histórico, Salvador recebe visitantes com perfis distintos ao longo do ano, do turismo de festa ao turismo de patrimônio e de praia, até viagens corporativas. Esse movimento amplia a procura por estadias e aciona uma rede que inclui restaurantes, mercados, transporte, comércio e profissionais locais.

Além do valor total movimentado, o estudo da FGV calcula como esses gastos se refletem na economia local. Em 2025, a atividade do Airbnb contribuiu com mais de R$ 1,17 bilhão para o PIB, gerou quase R$ 589 milhões em renda e sustentou quase 13 mil postos de trabalho ao longo do ano, entre ocupações diretas e indiretas. São postos gerados tanto pelo movimento de visitantes quanto pela cadeia de fornecedores acionada por essa atividade, de profissionais de limpeza e manutenção a motoristas, comerciantes e trabalhadores do setor de alimentação. A movimentação associada às estadias gerou ainda mais de R$ 176 milhões em tributos.

Fluxo turístico distribuído pelos bairros

O estudo da FGV mede quanto essa atividade movimenta. Os dados da própria comunidade de anfitriões mostram por onde esse movimento circula. De acordo com dados do Airbnb2, entre os anfitriões entrevistados que fizeram recomendações a seus hóspedes, mais de 95% indicaram lugares dentro do próprio bairro de seus anúncios. E quase 60% apontaram áreas ainda pouco conhecidas pelos viajantes.

A FGV estima que, para cada R$ 100 gastos com acomodação no Airbnb, os visitantes gastam outros R$ 450 fora dela, em restaurantes, comércio e transporte. Em Salvador, é a própria comunidade de anfitriões que orienta boa parte desse gasto: mais de 90% dos anfitriões entrevistados indicaram restaurantes ou cafés a seus hóspedes e quase 45% apontaram lojas e comércios de rua.

"O turismo movimenta uma parte relevante da economia de Salvador, e dados do Airbnb mostram um lado dele que raramente se mede: quem recebe o visitante também influencia para onde ele vai", afirma Fiamma Zarife, Diretora Geral do Airbnb para a América do Sul. "São moradores indicando o restaurante da esquina, a festa do bairro, a praia que não está no roteiro. É um jeito de o visitante conhecer a cidade que só quem mora nela pode oferecer."

Renda que fica na cidade

Boa parte do que a FGV mediu como movimentação econômica passa antes pelo orçamento de uma família de Salvador. Quase 75% dos anfitriões entrevistados na cidade não têm nessa atividade sua ocupação principal, mais de 80% anunciam um espaço que é deles ou da família e quase 60% se identificam como mulheres.

O destino dessa renda aparece no orçamento doméstico. Mais de 60% investiram em melhorias na própria casa e quase 65% usaram os valores para cobrir alimentação e outros custos que ficaram mais caros. Para mais da metade, a renda ajudou a continuar morando onde mora.

A renda obtida no Airbnb também abre espaço para planos que poderiam ficar de fora. Quase 25% dos anfitriões entrevistados usaram o dinheiro para viajar de férias e quase 20% para dar à família algo que antes não caberia no orçamento.

Uma capacidade que acompanha o calendário

Quase 40% dos anfitriões entrevistados em Salvador receberam hóspedes por causa de eventos na cidade ou na região. Em datas importantes do calendário soteropolitano, como o Carnaval, a Lavagem do Bonfim e a Festa de Iemanjá, a comunidade de anfitriões ajuda a suprir a demanda de visitantes.



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